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PIADAS DE VENDEDOR
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MÁQUINA DA VERDADE |
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Certo vendedor queria mostrar uma máquina que poderia responder a qualquer pergunta.
Para testar um cara perguntou:
-Aonde está meu pai?
A máquina responde:
-Numa piscina com duas mulheres.
Sorridente o cara diz que a máquina está errada pois seu pai já estava morto.
O vendedor pede que o cara refaça a pergunta de uma forma mais precisa.
Então o cara pergunta:
-Onde está o marido da minha mãe?
A máquina responde:
-O marido da sua mãe está morto, mas seu pai acaba de sair da piscina com duas mulheres!
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LOJA DE ROUPAS |
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O balconista de uma loja de roupas finas consulta discretamente o gerente:
- O freguês quer saber se aquele conjunto de lã importado encolhe.
- Ele já experimentou?
- Já.
- Ficou pequeno?
- Não, ficou grande.
- Então diz que encolhe.
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OS SABONETES |
Vendedor ambulante, para a Dona Marocas:
- Interessa-lhe uma apólice de seguros?
- Não. Já tenho uma.
- E a enciclopédia Barsa, em nova encadernação?
- Não, senhor. Muito obrigada.
- E uma bateria eletrônica, com 837 ritmos diferentes?
- Claro que não! Não quero nada!
- Para se ver livre de mim, a senhora compraria um sabonete?
- Compro até dois!
- Obrigado, madame. É isso mesmo que eu vendo. São cinco reais. |
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A CARNE |
Sem nenhuma relação com o cardápio da anterior, essa aqui se passa no açougue:
- Seu Ferreira, faz duas horas que eu estou esperando o senhor me servir um quilo de carne.
- E faz três meses que eu estou esperando que a senhora me pague um quilo que ficou devendo...
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O TONHÃO |
O cara chega gritando, no saloon:
- Ei, pessoal! O Tonhão vem aí!
Logo, todos desaparecem. O garçom se esconde atrás do balcão, agachado.
Daí a pouco, entra um sujeito enorme, de chapéu, barba por fazer, a expressão mais mal-encarada do mundo. Dá um murro em cima do balcão e pede um scoth, duplo.
O garçom serve sem se levantar, tremendo que nem vara verde. O grandalhão toma de um só gole. O garçom balbucia:
- Q-quer mais, s-senhor?
- Não! Hoje eu tô com pressa. Ouvi dizer que o Tonhão vem aí. |
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AS GALINHAS |
E já que o assunto é sabichões, tem aquele açougueiro muito espertinho.
A freguesa pede uma galinha. Como só tem uma, pesa-a e ressalta sua qualidade:
- Uma beleza!
- Não. Essa é muito pequena.
- O açougueiro põe a galinha na geladeira. Finge pegar outra e pesa novamente a mesma, forçando o prato da balança com o polegar.
- Esta é bem mais gorda - diz.
- Muito bem. Levarei as duas. |
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SÓ FALTA UM LIVRO |
O vendedor ambulante bate à porta da casa da dona Marocas:
- Minha senhora, tenho aqui linhas, agulhas, alfinetes, presilhas, zíperes, pentes, escovas, grampos...
- Não preciso de nada disso! Já tenho tudo!
- Então, que tal comprar esse livro de orações para agradecer a Deus por não lhe faltar nada?... |
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SANDUÍCHE DE ELEFANTE |
E tem aquela lanchonete onde o garçom não é viado, mas anuncia aos quatro cantos que faz qualquer tipo de sanduíche.
Mas qualquer mesmo! O Brito não bota fé e resolve ir até lá, tirar a prova. Chega no balcão e pede um sanduíche de elefante. Fica esperando, já com ar de vitorioso.
Minutos após, volta o balconista, dizendo não ser possível preparar o sanduíche.
O Brito não cabe em si.
- Eu sabia! Qualquer tipo, hein? Ha, ha! Eu sabia!
E o balconista completa:
- Sinto muito, senhor. Mas acabou nosso pão. |
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O CAIXEIRO-VIAJANTE |
O caixeiro-viajante vem pela estrada há muitos dias seguidos.
Resolve fazer uma parada naquela cidadezinha e vai logo perguntando onde é o puteiro do lugar.
Recebe a informação e vai direto.
Na portaria, lhe perguntam:
- Quer serviço completo ou só quer se divertir?
Há muito tempo sem ver mulher, opta pelo serviço completo.
Caminha por um corredor escuro. No quarto, uma mulher o espera, já de pernas abertas.
No entanto, a cada tentativa de começar o negócio, a mulher o rejeita, dizendo não estar ainda preparada.
No final, abre o jogo:
- Olha, eu tenho uma tara. Eu só consigo me excitar se o freguês colocar um espanador no traseiro e transar comigo assim.
O cara reluta, mas acaba concordando. No dia seguinte, volta e diz que só quer se divertir. Sobe uma escada. No segundo andar, dentro de um quarto grande, diversos homens assistem por um pequeno orifício a um camarada transando lá embaixo, usando chapéu e nariz de palhaço. O caixeiro-viajante se empolga com a cena:
- Puxa! Isso é divertido mesmo, hein?
- Você não viu nada. Ontem tinha um com um espanador enfiado no cu. |
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O ASPIRADOR DE PÓ |
Entra o vendedor na casa da dona Marocas para fazer uma demonstração.
Despeja um enorme saco de lixo sobre o tapete da sala e sentencia, solenemente:
- Minha senhora, eu comerei qualquer pedacinho de lixo que esse maravilhoso aspirador de pó não consiga apanhar.
E a dona Marocas, já pê da vida:
- Só um instantinho, que eu vou buscar uma colher. Essa casa não tem eletricidade. |
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MEIA MELANCIA |
Chega um brutamontes na barraca da feira e pede meia melancia. O empregado Tenta contestar:
- Senhor, nós só vendemos melancia inteira.
- Mas eu só quero meia, pô!
- T-tudo bem! Só um instantinho.
Vai até a barraca ao lado, onde está o patrão, e fala baixinho:
- Tem um filho-da-puta querendo comprar meia melancia. Mal acaba de falar e nota que o monstrão está colado atrás dele.
- ... e esse cidadão aqui quer a outra metade. |
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O LEITE |
O sujeito entra no restaurante lotado. Uma garçonete com um decote
generoso o atende. Ele termina de comer e pede um café.
Quando a garçonete o traz ele pede leite e adoçante. A garçonete pede desculpa e vai buscá-los.
Só que ela tem que levar para uma outra mesa os pedidos de quatro pessoas, e acaba colocando os saquinhos de adoçante no sutiã.
Quando ela chega na mesa, ela tira os saquinhos do decote, e, sob o olhar espantadíssimo do freguês, ela lembra:
- Ah, é verdade, o senhor queria leite também? |
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